sábado, 30 de novembro de 2013

fechando ciclo


Neste bem, encerramos este período de novembro. Para você, que esteve

em nosso bem espiritual, que sua carta tenha chegado até você repleta das

bênçãos enviadas especialmente a você, nutrindo-lhe de beleza, ternura, sabedoria e

consciência para novos aprendizados.

 
bem espiritual.



no que pensamos

Quando entendemos que os nossos pensamentos

controlam a nossa vida, e que a única coisa que temos

que controlar é a nossa maneira de pensar, adquirimos um

poder que é quase milagroso.

Louise Hay


Bem em flor




Gratidão pelos caminhos abençoados de bens nos quais percorremos

todos os dias de novembro, que ao se ir sele o que se foi em mais uma sábia
história antiga.

 
Roseli Matheus - Lili.



sinceridade


Quando você concentra a sua mente em um só objetivo, seja ele o que for, a força

criadora que existe dentro de você irá maximizar o seu desejo. O pensamento acreditado

reflete a dimensão da sua fé. É isso o que faz com que você obtenha resultados realmente

concretos.

 
Wagner Cunha.




uma história zen


Havia dois templos rivais. Os dois mestres, com certeza só eles mesmos se denominavam mestres, na verdade eles eram tão contrários um ao outro que disseram aos seguidores que nunca olhassem para o templo rival.

Cada um dos sacerdotes tinha um garoto para servi-lo, ir buscar as coisas, mandar recados.

O sacerdote do primeiro templo disse ao seu servo adolescente:

- Nunca fale com o garoto do outro templo. Aquela gente é perigosa.

Mas garotos são garotos. Um dia eles se encontraram na estrada e o menino do primeiro templo perguntou ao outro:

- Aonde você está indo?

- Aonde quer que o vento me leve - respondeu o outro. Esse menino era obrigado a ficar ouvindo grandes conceitos zen no templo; ele disse: "Aonde quer que o vento me leve". Uma sentença e tanto, puro Tao.

Mas o outro garoto ficou muito embaraçado, ofendido, e não conseguiu pensar numa resposta para dar a ele. Frustrado, com raiva e também se sentindo culpado... " Meu mestre disse para não falar com essa gente. Essas pessoas são realmente perigosas. Mas que tipo de resposta é essa? Ele me humilhou".

O menino foi até o mestre e disse o que tinha acontecido:

- Sinto muito ter falado com ele. O senhor estava certo, aquelas pessoas são estranhas. Que tipo de resposta foi aquela?  Perguntei a ele "Aonde você está indo?" - uma pergunta simples, formal e eu sabia que ele estava indo ao mercado, assim como eu. Mas ele disse: "Aonde quer que o vento me leve".

- Eu avisei você - disse o mestre. "Mas você não me ouviu. Agora olhe, amanhã esteja no mesmo lugar novamente. Quando ele vier, pergunte-lhe: "Aonde você está indo?" e ele lhe dirá, "Aonde quer que o vento me leve". Então seja também um pouco mais filosófico. Diga: "Quer dizer que você não tem pernas, então? - porque a alma não tem corpo e o vento pode levar a alma a lugar nenhum - que acha disso?"

O menino queria estar absolutamente pronto, a noite toda ele repetiu a resposta vezes sem conta. E na manhã seguinte, de manhã bem cedo, ele foi até lá, ficou no lugar certo e, no momento exato, o outro  menino apareceu. Ele estava muito feliz, pois agora ia lhe mostrar o que era filosofia de verdade. Então perguntou:

- Aonde você está indo? - E ficou esperando...

Mas o garoto disse:

- Vou buscar verduras no mercado...

Agora, o que fazer com a filosofia que tinha aprendido?

A vida é assim. Você não pode se preparar para ela, não pode ficar pronto para ela. Essa é a beleza da vida, sua maravilha, que sempre pega você desprevenido, sempre é uma surpresa. Se você tem olhos, verá que cada momento é uma surpresa e nenhuma resposta pronta jamais se aplica a ela.

Osho.

bem, o importante até aqui é nos direcionarmos a favor da vida que queremos ver e viver.


 
bem espiritual.

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